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Hospitais estão insalubres

Sabemos que muitos hospitais sofrem com o barulho do transito em vias próximas, mas as atividades internas do hospital são também constante fonte de ruídos. Estes ambientes de tratamento e recuperação estão expostos a diversos tipos de ruídos que passam despercebidos, como sinais sonoros de máquinas, diálogos, telefones, carrinhos pelo corredor, leva e traz de equipamentos, pacientes e materiais.

O silêncio é fundamental para a boa recuperação da saúde principalmente durante o sono e isso também representa cuidado com a saúde ocupacional dos funcionários. Hospitais ruidosos são como empresas que entregam produtos com defeito, pois oferecem tratamento à saúde ao mesmo tempo em que expõem os pacientes a outros impactos negativos que são insalubres.

O ruído excessivo interfere nos batimentos cardíacos, na respiração, na produção de hormônios, nas ondas cerebrais, emoções e cognição, desencadeando problemas como distúrbios de sono, problemas digestivos, dores de cabeça, aumento de frequência cardíaca e respiratória, hipertensão e úlceras.

Os hospitais devem atender normas especificas que trazem limites sonoros e os obrigam a oferecem ambientes equilibrados e “saudáveis” e já existem diversas marcas de materiais acústicos possuem linhas de produtos específicos para ambientes hospitalares. Portanto, temos o direito de exigir ambientes adequados para a recuperação.

Precisamos abrir os olhos e os ouvidos, porque hospitais que cuidam da acústica de seus ambientes além de melhorarem suas receitas, reduzem o período de permanência dos pacientes e atraem mais “clientes” que, por sua vez, são beneficiados por terem melhores condições de recuperação, ou seja, no final, todos ganham. Lembre-se sempre que conforto acústico é saúde!

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